Vacina brasileira contra a dependência de cocaína e crack é premiada na Europa

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Vacinação dos profissionais de saúde, veterinários e agentes funerários com 60 anos ou mais de idade, que estam na ativa, na Clínica da Família Estácio de Sá, na região central da cidade. O município do Rio de Janeiro ampliou hoje (27) o público-alvo da campanha de vacinação contra a covid-19.

Nesta quarta-feira (18), uma equipe de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) recebeu o Prêmio Euro Inovação na Saúde, uma das mais importantes premiações da área na América Latina, pela criação da Calixcoca, uma vacina brasileira contra a dependência de cocaína e crack. A cerimônia de entrega foi realizada em São Paulo, e a equipe conquistou a premiação de 500 mil euros (cerca de R$ 2,6 milhões), como iniciativa destaque da segunda edição do prêmio.

A dependência de cocaína e crack é um grave problema de saúde pública que afeta milhões de pessoas no Brasil e no mundo. Essas drogas causam danos físicos, mentais e sociais, além de aumentar o risco de transmissão de doenças infecciosas, como o HIV e a hepatite C. Por isso, o desenvolvimento de uma vacina que possa prevenir ou tratar essa dependência é um grande avanço científico e social.

O prêmio é organizado pela multinacional farmacêutica Eurofarma, que atua em mais de 20 países, e tem como objetivo reconhecer e incentivar a pesquisa.

Mais votada por médicos de 17 países, a Calixcoca superou outras 11 iniciativas inovadoras no campo da saúde desenvolvidas na América Latina, entre as quais, a SpiN-Tec, vacina também desenvolvidas na UFMG, contra a covid-19 que recebeu 50 mil euros por ter sido uma das vencedoras na categoria Inovação em terapias.

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