Cientistas brasileiros podem ter achado a cura do Alzheimer

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Alzheimer
Foto: Free Pik

Uma Esperança para a Neurociência

Cientistas brasileiros fizeram uma descoberta revolucionária que pode mudar o curso da luta contra o Alzheimer, uma doença neurodegenerativa que provoca a diminuição das funções cognitivas e a perda gradual da memória. A pesquisa, desenvolvida no Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), identificou moléculas capazes de proteger o cérebro contra os danos causados pelo Alzheimer. Os resultados foram publicados na renomada revista científica British Journal of Pharmacology (BJP).

Resultados Promissores

Os testes realizados em animais mostraram resultados positivos, dando esperança de que, no futuro, esses achados possam beneficiar também os seres humanos. As moléculas descobertas atuam na proteção de um tipo específico de célula do cérebro, oferecendo suporte e nutrição aos neurônios. A ação eficiente dessas moléculas reverte a perda cognitiva e melhora o desempenho dos animais em testes comportamentais.

A Chave da Pesquisa

O sucesso da pesquisa está em manter o bom funcionamento dessas moléculas, que são essenciais para a saúde cerebral. A neurocientista Flávia Gomes, coordenadora do estudo, explicou que as funções dessas moléculas são conhecidas há mais de cinco anos. Contudo, até agora, o teste e análise ocorreram apenas em doenças não neurológicas, como o câncer. Esta é a primeira vez que são realizados testes para observar suas aplicações no tratamento do Alzheimer.

“A pesquisa básica é essencial para a geração de conhecimento científico que sirva de base para aplicações clínicas”, disse Flávia Gomes. “É um trabalho experimental que está gerando conhecimento que será importante no futuro para a criação de novos testes clínicos e estratégias terapêuticas para doenças neurodegenerativas.”

Avanços na Luta Contra o Alzheimer

A causa exata do Alzheimer ainda é desconhecida, mas acredita-se que tenha determincação genética. É a forma mais comum de demência neurodegenerativa em pessoas idosas, sendo responsável por mais da metade dos casos de demência nessa população. De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil, aproximadamente 1,2 milhão de pessoas vivem com alguma forma de demência, com pelo menos 100 mil novos casos diagnosticados anualmente. Globalmente, cerca de 50 milhões de pessoas sofrem de algum tipo de demência.

Conclusão

A descoberta das moléculas protetoras pelo time de cientistas brasileiros é um grande passo na busca por uma cura para o Alzheimer. Embora ainda sejam necessárias mais pesquisas e testes clínicos, a esperança é que esses achados possam eventualmente levar a novos tratamentos eficazes para essa doença devastadora. Estamos torcendo para que essa inovação traga uma nova era de esperança e cura para milhões de pessoas ao redor do mundo.

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