Brasil: índice de desemprego no 1º trimestre é o mais baixo em 10 anos

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Em um cenário econômico em constante mudança, o índice de desemprego no Brasil é o mais baixo desde 2014. Apesar de atingir 7,9% no trimestre encerrado em março de 2024, e representar um aumento de 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, esse resultado demonstra que o governo aponta para melhorias a longo prazo. Os dados são pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa taxa r

Apesar do aumento na taxa de desemprego, é importante destacar que o resultado ainda é melhor que o mesmo trimestre do ano anterior, que registrou 8,8%. Além disso, o índice atual é o mais baixo para um primeiro trimestre desde 2014. Na ocasião, o desemprego era de 7,2%, e está abaixo das expectativas do mercado financeiro, que previa uma taxa de 8,1%.

Crescimento do Número de Desocupados

O primeiro trimestre de 2024 viu o número de desocupados crescer para 8,6 milhões de pessoas, um aumento de 6,7% em relação ao trimestre anterior. No entanto, comparando com o mesmo período de 2023, houve um recuo de 8,6% no número de desocupados, indicando uma melhora gradual no mercado de trabalho.

Queda na População Ocupada

De acordo com o estudo, o número de pessoas ocupadas sofreu uma pequena queda de 0,8%, totalizando cerca de 100,2 milhões de pessoas. Apesar da queda no trimestre, o ano registrou um aumento de 2,4% na população ocupada, com 2,4 milhões de pessoas a mais trabalhando.

Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas Domiciliares do IBGE, explicou que o aumento na taxa de desocupação foi influenciado por uma redução na ocupação, um movimento considerado sazonal no início do ano.

Dados da Força de Trabalho

Ao mesmo tempo, a pesquisa também revelou que a força de trabalho, que inclui tanto os ocupados quanto os desocupados, cresceu 1,5%, atingindo 108,8 milhões de pessoas. A população fora da força de trabalho se manteve estável, totalizando 66,9 milhões de pessoas.

Outros Indicadores Relevantes

  • Trabalhadores formais: 37,98 milhões estão empregados com carteira assinada.
  • Trabalhadores informais: representam 38,9 milhões, o que equivale a uma taxa de informalidade de 38,9%.
  • Trabalhadores por conta própria: somam 25,4 milhões.
  • Trabalhadores domésticos: totalizam 5,9 milhões.

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