Como a internet de Elon Musk chegou ao garimpo ilegal na Amazônia – 05/06/2023

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Antenas para os crimes ambientais. Ao visitar o Brasil em maio de 2022, no governo de Jair Bolsonaro, o empresário Elon Musk anunciou que levaria a internet para 19 mil escolas por meio da empresa Starlink. Nunca levou. Mais de um ano depois, apenas três escolas estaduais do Amazonas receberam instalações da empresa. As antenas de Elon Musk têm sido vendidas a setores privados e o serviço também chega aos garimpeiros ilegais da Amazônia.

Revendedores não autorizados da Starlink praticam preços mais altos, e essa venda paralela permite que garimpeiros brasileiros levem as antenas para Venezuela e Suriname, onde o sinal pega normalmente. Para fiscais ambientais, a expansão do serviço é um novo obstáculo no combate ao crime do garimpo ilegal, que trocou a comunicação via rádio pela internet. Musk, o CEO da Tesla, voltou a ocupar o topo da lista das 500 pessoas mais ricas do mundo, segundo a Bloomberg.

Bruno e Dom, um ano dos assassinatos. O programa Fantástico revelou na noite de domingo (4) que dois suspeitos, já presos por outros crimes, foram indiciados por envolvimento nas mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips.

A execução dos dois, que foi violenta, com armas de fogo e possivelmente premeditada, segundo as investigações da Polícia Federal, está completando um ano. Os indiciados vão responder pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver.

Impostos unificados e IPVA de jatinho. Na Câmara dos Deputados, o grupo de trabalho que discutiu a reforma tributária apresenta o relatório na terça (6). Segundo o relator Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), o texto vai mostrar um resumo do que foi discutido ao longo de três meses, ouvindo especialistas no tema. Não será, ainda, o substitutivo das duas propostas de emenda à Constituição paradas no Congresso.

Mariana Londres antecipa alguns pontos do relatório: serão dois IVAs (imposto sobre valor agregado) unificando cinco impostos, um IVA federal e um IVA estadual e municipal; fundo de compensação para estados e municípios com recursos da União; imposto mais pesado sobre bebidas alcoólicas e cigarros; cashback (devolução de dinheiro) para a população mais pobre; IPVA para aeronaves e embarcações de luxo. O parecer final deve ser votado pelo plenário da Câmara até 17 de julho, antes do recesso parlamentar.

Dia Mundial de Marina Silva. A atual ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima foi deputada estadual e senadora pelo Acre por dois mandatos. Professora, pedagoga, um nome histórico do PT, atualmente na Rede Sustentabilidade. Disputou a presidência da República três vezes e se elegeu deputada federal por São Paulo no ano passado. Nesta segunda (5), Dia Mundial do Meio Ambiente, o presidente Lula faz um grande evento no Palácio do Planalto a fim de lembrar que uma ambientalista com prestígio internacional faz parte do seu próprio governo, está trabalhando junto.

A expectativa é que Lula anuncie o veto presidencial ao projeto que flexibiliza a proteção à mata atlântica, aprovado pelo Congresso, e reforce o compromisso com a Autoridade Climática. A pasta de Marina, e também a da ministra Sônia Guajajara, dos Povos Originários, sofrem ofensivas dos parlamentares, do agronegócio e da indústria de petróleo, entre outras frentes.

Bia Maia joga às 6h pelas oitavas. Roland Garros viu um jogo dramático no sábado (3), quando Bia Maia venceu de virada a russa Ekaterina Alexandrova, uma das favoritas. Depois de quase três horas na quadra, até a comemoração foi contida. Ao microfone, Bia agradeceu o apoio dos fãs brasileiros em português. A tenista enfrenta na segunda (5) cedo a espanhola Sara Sorribes.

Atual número 3 do mundo, Djokovic venceu no domingo (4) e está nas quartas de final do torneio francês. O brasileiro Thiago Wild foi eliminado em jogo duro, de cinco sets, no sábado (3).

Fotos para lembrar os natimortos. Há toda uma discussão em curso sobre as marcas do tempo no Brasil, se antes ou depois da Constituição de 1988, em temas públicos como os direitos indígenas. São questões de vida e morte. O tempo escolhido pela fotógrafa mineira Paula Beltrão é outro, o das vidas privadas, o tempo tão curto, minutos, horas, os poucos momentos que bebês doentes vão sobreviver após o parto.

São imagens que tentarão mais tarde preencher o buraco gigante da perda, dos filhos e filhas que partiram cedo demais, depois de serem amados pela família nos meses de gestação. O trabalho revelado na reportagem de Universa envolve voluntários e acolhimento. “A gente deixa claro que a chegada daquele bebê, com ou sem vida, será feita da forma mais respeitosa possível”, explica a fotógrafa. Prepare o lenço, respire fundo, são histórias comoventes.



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