Lula critica governo Bolsonaro, requenta promessas sociais e ‘não desce do palanque’ em evento no Nordeste

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Presidente está desde esta quinta-feira cumprindo agenda no Nordeste; Lula também comentou dificuldades do Executivo na articulação com o Congresso

DANIEL GALBER/UAI FOTO/ESTADÃO CONTEÚDOO presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), participa da cerimônia de lançamento do
Acompanhado do ministro Camilo Santana (esq.) e do governador Elmano de Freitas (dir.), Lula participa de evento em Fortaleza

Em agenda pública na cidade de Fortaleza, Ceará, nesta sexta-feira 12, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PT) usou boa parte de seu discurso público para fazer críticas à gestão anterior do governo federal e a promover antigas promessas de partido. Ao lado do governador do Estado, Elmano de Freitas (PT), e do ministro da Educação, Camilo Santana, Lula disse que, nos últimos quatro anos, “parece que uma praga de gafanhoto” passou pelo país, se referindo ao governo de Jair Bolsonaro. O Ceará é reduto eleitoral do Partido dos Trabalhadores (PT). Além de ter eleito o governador, é onde Lula recebeu 69,97% dos votos válidos no segundo turno das eleições de 2022.

Segundo o presidente, a gestão anterior não mantinha articulações com os Estados e municípios. “Esse governo que saiu não conversava com o governador, não conversava com prefeito, não conversava com sindicato, não conversava com nenhuma organização”, argumentou. Lula também se referiu às atuais investigações da Polícia Federal envolvendo integrantes da gestão de Jair Bolsonaro, como a que apura os atos de 8 de Janeiro e a falsificação de cartões de vacina. “O que ele dizia que era um governo honesto combatendo corrupção. Nós vamos ver o que é corrupção agora com a turma dele”.

Sobre as pautas do Executivo no Congresso — e sem se referir às recentes derrotas do governo, como o decreto que derrubou as alterações aos marco do saneamento e o adiamento da análise do PL das Fake News (PL2630/20) —, Lula tentou justificar eventuais dificuldades do Palácio do Planalto em ganhar apoio expressivo de parlamentares. “Cada votação você tem que conversar com todos os deputados. Nenhum deputado é obrigado a votar naquilo que o governo quer”, disse. “É o governo que precisa do Congresso. Por isso a relação precisa ser civilizada. O PT só tem 69 deputados. Para votar alguma coisa importante, preciso de 257. Significa que preciso conversar com pelo menos 200 deputados”. Nos últimos dias, o governo precisou escalar uma “tropa de choque” entre ministros de Estado para reforçar a articulação com o Congresso.

Lula está desde esta quinta-feira, 11, em viagem ao Nordeste, quando desembarcou em Salvador para cumprir agendas na cidade, entre elas evento organizado para a assinatura da regulamentação da Lei Paulo Gustavo, que prevê o destino de recursos federais a trabalhadores da cultura. De Fortaleza, nesta tarde, o presidente segue para a cidade de Juazeiro do Norte, também no Ceará. De acordo com a agenda oficial, o presidente volta a Brasília nesta noite.



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